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Você sabe o que é cosplay?

2 comentários 2 comments - Faça o seu!

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Eu sempre soube que a Uni tinha alguma coisa de estranho e que o Vingador era meio aboiolado!

*Via @rinapri

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Adeus mamãe

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Um homem jovem estava fazendo compras no supermercado, quando notou que uma velhinha o seguia por todos os lados. Se ele parava, ela parava e ficava olhando para ele.

No fim, já no caixa, ela se atreveu a falar com ele, dizendo:
- Espero que não o tenha feito se sentir incomodado; mas é que você se parece muito com meu filho que faleceu.

O jovem, com um nó na garganta, respondeu que tudo estava bem, que não havia problema.
A velhinha lhe disse, então:
- Quero lhe pedir algo incomum.

O jovem lhe respondeu:
- Diga-me, em que posso ajudá-la?

- Queria que você me dissesse 'Adeus, Mamãe', quando eu me for do supermercado, isso me fará muito feliz!

O jovem, sabendo que seria um gesto que encheria o coração da velhinha, aceitou. Então, a velhinha passou pela caixa. Aí, se voltou sorrindo e, agitando sua mão, disse: 'Adeus, filho!'
Ele, cheio de amor e ternura, lhe respondeu efusivamente: 'Adeus, mamãe!'

Ela se foi e o homem ficou satisfeito pois, com certeza, acabara de dar um pouco de alegria à velhinha.

E, então, passou suas compras.
- São R$ 554,00, lhe disse a moça do caixa.

- Por que? Só comprei cinco cervejas!

E a moça do caixa lhe disse:
- É, mas a sua "mamãe" disse que você ia pagar! Dinheiro, cheque ou cartão?

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Já viu uma oxota aberta?

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Olá, nerd onanista que parou aqui buscando putaria pelo Google! Sei que você nunca viu uma oxota aberta, então veio ao lugar certo!

Olha aqui uma oxota aberta:



RÁÁÁ! PEGADINHA DO MALLANDRO!

Essa é uma cerveja russa forte pra caceta: tem 8% de álcool. A pronúncia correta é algo como "arrôta"!

Achou que eu tinha errado a digitação, né? Pronto, agora pode voltar a procurar putaria no Google!

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Também entrei nessa!

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Lição de vida. Estrelando: Djalmão, o negão

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Nem sempre os nossos problemas são tão ruins quanto parecem. Tudo é uma questão de referencial. Vejam, por exemplo, o caso do cara que uma vez foi levado à presença do Djalmão:

Na favela, dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.


- Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse animal aí, que é para ele aprender a não dar uma de valente com a firma, certo?


- Pode deixar ele aí no cantinho que eu dou um jeito daqui a pouco (sorrisinho escroto).


Quando a galera sai o infeliz olha o tamanho da "ferramenta" e fala:

- Ô Djalmão, faz isso comigo não, se você me enrabar vai acabar comigo, tem piedade pelo amor de Deus!

- Cala a boca e fica quieto aí, feladaputa!

Depois de um tempo, mais dois homens arrastando outro cara:

- Esse aí o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos pra ele aprender a não pegar o dinheiro da boca.

- Deixa ele aí que eu já resolvo.

Daí a pouco chega outro pobre coitado:

- Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!

- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.

Mais alguns minutos entra outro:

- Aí Djalmão, esse aí é pra você picar e mandar cada pedaço pra família dele.

Vendo aquilo tudo, o primeiro cara diz em voz baixinha, baixinha:

- Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor se lembrar e não se confundir: eu sou o cara que cê vai comer o cu, tá?

Moral da história: é só quando conhece a desgraça dos outros que você vê que seu problema não é tão grave assim!

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Regras de macho!*

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Ser homem, não é só uma questão de ter ou não ter uma benga pendurada entre as pernas. É preciso seguir algumas regras.
E homem que é homem, segue cada uma delas à risca. Então preste bem atenção, porque se voce ficar em dúvida em alguma delas, talvez você não seja muito digno...

  • Todo homem deixa, no mínimo, um mictório vago de distância para o outro em uma banheiro com três ou mais. Se houver apenas dois, passa a vez ou usa a privada.

  • Se uma mulher pede para abrir um pote, você o abrirá. Com facilidade.


  • Se coça, deve ser coçado.

  • Dizem que o caminho para o coração de um homem passa pelo estômago. Para a sua carteira, é um pouco mais embaixo.

  • Quando for comer uma banana, NUNCA olhe outro homem nos olhos e/ou comente sobre a qualidade da banana.
  • Nunca terás medo de trovões. NUNCA!
  • Se você está comendo nachos e vem um monte deles colados, isso conta como um nacho.
  • Sob nenhuma circunstância outro homem deve sentar no seu colo.
  • Se um amigo seu está em menor número, em desvantagem ou chapado demais para brigar, caia para dentro do porradeiro com ele.
  • As únicas coisas de cor rosa que um homem gosta são partes do corpo de uma mulher e o interior de um bife.
  • Em uma hidromassagem com mais de uma pessoa, metade TEM QUE SER mulher.
  • Se ela reclama do assento do vaso levantado, reclame dele abaixado. Você precisa dele assim.
  • Nenhum homem deve, em hipótese alguma, recusar cerveja grátis só porque não é a marca que ele bebe.
  • Mulheres nunca são irritantes quando estão com a sua na boca.
  • Em mictórios não se conversa.

E tenho dito!

*Homenagem ao "totalmente excelente" Papo de Homem.

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O "Causo do Lambisome"

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Esse é uma daqueles causos que só mineiro sabe contar!



E não se preocupa não que o Juscelino Cobreocheque!

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O que as putas têm em comum com os embarcados?

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Três amigos se encontram, durante um almoço...

- O que você está fazendo na vida, Iuri (ex-executivo da Pirelli)?
- Bem... Eu montei uma recauchutadora de pneus. Não tem aquela estrutura e organização que havia quando eu trabalhava na Pirelli, mas vai indo muito bem...


- E você, Ricardo (ex-gerente de vendas da Shell)?
- Eu montei um posto de gasolina. Evidentemente também não tenho a estrutura e a organização do tempo que eu trabalhava na Shell, mas estou progredindo...


- E você Matheus (futuro-ex-embarcado)?
- Eu montei um puteiro.
- Um puteiro?!
- É, um puteiro! É claro que não é aquela zona toda de offshore, mas já tá dando algum lucro...


Para quem não entendeu direito:

  • Você trabalha em horários estranhos (que nem as putas);
  • Te pagam para fazer o cliente feliz (que nem as putas);
  • Seu trabalho vai sempre além do expediente (que nem as putas);
  • Você é mais produtivo à noite (que nem as putas);
  • Você é recompensado por realizar as idéias mais absurdas do cliente (que nem as putas);
  • Seus amigos se distanciam e você só anda com outros que fazem a mesma coisa (que nem as putas);
  • Quando você vai ao encontro com o cliente você precisa estar apresentável (que nem as putas), mas quando você volta parece que saiu do inferno (que nem as putas);
  • O cliente sempre quer pagar menos e quer que você faça maravilhas (que nem as putas);
  • Quando te perguntam em que você trabalha você tem dificuldade para explicar (que nem as putas);
  • Se as coisas dão erradas é sempre culpa sua (que nem as putas);
  • Todo dia você acorda e puto da vida, diz:
    NÃO VOU PASSAR O RESTO DOS MEUS DIAS FAZENDO ISSO
    (que nem as putas).

Então, meu amigo, se você não é puta, provavelmente trabalha offshore.
O pior é que a gente gosta (que nem as putas)!

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Casal maduro e moderno

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- Vai, Horácio! Toma Logo.
- Eu não tomo nada sem antes ler a bula. Cadê meus óculos?
- Pendurados no seu pescoço.
- Isso é ridículo, Maria Helena. Ridículo!
- Então todos os homens da sua idade são ridículos. Porque todos estão tomando. E não me puxa esse lençol, fazendo o favor. Olha aí o bololô que você me faz nas cobertas.
- A humanidade conseguiu crescer e se multiplicar durante milênios sem isso. Nós dois crescemos e nos multiplicamos sem isso. Taí o Pedro Paulo, taí o Zé Augusto que não me deixam mentir. Fora aquele aborto que você fez.
- Horácio, eu não vou discutir isso com você agora. Toma logo esse negócio.
- Isso aqui faz mal pro coração, sabia? Um monte de gente já morreu tentando dar uma trepadinha farmacêutica.
- Foi por uma boa causa. E não faz mal coisa nenhuma. Só pra quem é cardíaco e toma remédio. Você não é cardíaco. Nem coração você tem mais.
- Não começa Maria Helena, não começa.
- Pode ficar sossegado que você não vai morrer do coração por causa dessa pilulinha. Eu vi num programa do GNT um velhinho de 92 anos que toma isso todo dia.
- Sério?
- Preciso de sexo, Horácio.
- Mas hoje é segunda, Maria Helena...
- Quero trepar. Foder. Ser comida por um macho de pau duro.
- Francamente, Maria Helena, que boca. Parece que saiu da zona.
- Quero ser penetrada, quero gozar.
- O sexo é uma ditadura, Maria Helena. A gente tá na idade de se livrar dela.
- Saudades da dita dura. Olha só, você me fez fazer um trocadilho de merda.
- Além do mais, Maria Helena, nós já tivemos um número mais do que suficiente de relações sexuais na vida, por qualquer padrão de referência, nacional ou estrangeiro. A quantidade de esperma que eu já gastei nesses anos todos com você dava pra encher a piscina aqui do prédio.
- Com o esperma que você ordenhou manualmente, talvez. O que o senhor gastou comigo não daria nem pra encher o bidê aqui de casa. Um penico, talvez. Até a metade.
- Maria Helena..!!!
- E faz quase um ano que não pinga uma gota lá dentro!
- Sossega o facho, mulher. Vai fazer ioga, tai chi chuan. Já ouviu falar
em feng shui, bonsai, shiatsu? Arranja um cachorro. Quer um cachorro? Um salsichinha?
- Quero um salsichão, Horácio. Olha aí: outra piadinha infame.
- É porque você está com idéia fixa nessa porcaria.
- Que porcaria?
- O sexo, Maria Helena, o sexo.
- Sabe o que mais que deu naquele programa sobre sexo, Horácio?
- Não estou interessado.
- Deu que as mulheres com vida sexual ativa têm muito menos chance de ter câncer. É científico.
- Come brócolis que é a mesma coisa, Maria Helena. Protege contra tudo que é câncer. Também é científico, sabia? E puxado no azeite, com alho, fica uma delícia.
- A que ponto chegamos Horácio? Eu falando de sexo e você me vem com brócolis puxado no azeite!
- Com alho.
- Faça-me o favor, Horácio.
- Maria Helena, escuta aqui, você já tem 50 anos, minha filha, dois filhos adultos, já tirou um ovário, já...
- E daí?! Não vem não. E o que é que filho e ovário têm a ver com sexo?
- Maria Helena, me escuta. Depois de certa idade as mulheres não precisam mais de sexo.
- Ah, não? Quem decidiu isso?
- Sexo nessa idade é pras imaturas. Pras deslumbradas, pras iludidas que não sabem envelhecer com dignidade.
- Prefiro envelhecer com orgasmos.
- O que é que o Freud não diria de você, Maria Helena.
- E de você, então, Horácio? No mínimo, que você virou gay depois de velho. Boiola.
- Maria Helena! Faça-me o favor. Eu tenho que ouvir isso na minha própria casa, na minha própria cama, diante da minha própria televisão?
- Aliás, gay gosta de trepar. É o que eles mais gostam de fazer. Você virou outra coisa, sei lá o quê. Um pingüim de geladeira, talvez.
- Maria Helena, dá um tempo, tá? Tenho mais o que fazer.
- Fazer? Essa é boa. O que é que um funcionário público aposentado com salário integral tem pra fazer na vida, posso saber?
- Sem comentários, Maria Helena, sem comentários.
- Tá bom, sem comentários. Bota os óculos e lê duma vez essa bendita bula.
- Só que precisa de dois óculos pra ler isso. Olha só o tamanhico da letra. Se é um negócio pra velho, deviam botar uma letra bem grande. Pelo menos isso.
- Vira o foco do abajur para cá... Assim... Melhorou?
- Abaixa essa televisão também. Não consigo me concentrar ouvindo novela. Mais. Mais um pouco.
- Pronto, patrãozinho. Sem som. Vai, lê duma vez.
- O princípio ativo do medicamento é o citrato de sildenafil.
- Sei.
- Veículos excipientes: celulose microcristalina...
- Celulose vem da madeira. Pau, portanto. Bom sinal.
- Onde foi parar a sua pouca educação, Maria Helena?
- Vai lendo, Horácio. Depois conversamos sobre a minha pouca educação.
- Cros... camelose sádica. Croscamelose. Castrepa, Maria Helena. Me recuso a tomar um troço com esse nome. Deve ser alguma secreção de camelo. Se não for coisa pior.
- Não é camelose. Num tá vendo aí? É carmelose. Deve ser algum adoçante artificial. Pro seu pau ficar doce, meu bem.
- Putz. Só rindo mesmo. A menopausa acabou com a sua lucidez, Maria Helena.
- Troco toda a lucidez do mundo por um pau tinindo de tesão por mim.
- Absurdo, absurdo!!!
- Que mais, que mais, Horácio?
- Dióxido de titânio.
- Ah, titânio. Pro negócio ficar bem duro.
- índigo carmim...
- índigo? Deve ser o que dá o azul da pilulinha.
- Será que esse negócio não vai deixar o meu pau azul, Maria Helena?
- E daí, se deixar? Você não sai por aí exibindo o seu pênis, que eu saiba. Ou sai?
- Mas, e se eu for a um mictório público? O que é que o cara ao lado não vai pensar do meu pinto azul?
- Diz que você é um alienígena, ora bolas. Que o seu corpo está pouco a pouco se adaptando à Terra, que ainda faltam alguns detalhes. Ou explica que você é um nobre, de sangue e pinto azul. Ou não diz nada, ora bolas. Acaba de mijar, guarda o pinto azul e vai embora, pô.
- Escuta. Agora vem a parte que explica como esse petardo funciona.
- Isso. Quero ver esse petardo funcionando direitinho.
- Presta atenção: 'O óxido nítrico, responsável pela ereção do pênis, ativa a enzima guanilato ciclase, que, por sua vez, induz um aumento dos níveis de monofosfato de guanosina cíclico, produzindo um relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos do pênis e
permitindo assim o influxo de sangue'. Cacete. Corpos cavernosos. Já pensou, Maria Helena? Corpos cavernosos sendo inundados de sangue? Puro Zé do Caixão.
- Corpo cavernoso só pode ser herança do homem das cavernas. Vocês homens evoluem muito lentamente.
- Pára de viajar, Maria Helena. Parece que fumou maconha!
- Não era má idéia. Pra relaxar. Vou roubar do Pedro Paulo. Eu sei onde ele esconde. Podíamos fumar juntos.
- Eu já tô relaxado. Tô até com sono, pra falar a verdade.
- Lê, lê, lê, lê aí. Você já dormiu tudo a que tinha direito nessa vida.
- Vou ler. 'Todavia, o sildenafil não exerce um efeito relaxante diretamente sobre os corpos cavernosos.'
- Não?
- Não, Maria Helena. Ele apenas 'aumenta o efeito relaxante do óxido nítrico através da inibição da fosfodiesterase- 5, a qual' - veja bem, Maria Helena, veja bem - 'a qual é a responsável, pela degradação do monofosfato de guanosina cíclico no corpo cavernoso?'. Ouviu isso? Degradação, Maria Helena. Dentro dos meus próprios corpos cavernosos. Degradante...
- Degradante é pau mole.
- Olha o nível, Maria Helena, olha o nível! Vamos ver os efeitos colaterais. Olha lá: dor de cabeça. Você sabe muito bem que se tem uma coisa que eu não suporto na vida é dor de cabeça.
- Na cultura judaico-cristã é assim mesmo, Horácio. Pra cabeça de baixo gozar, a de cima tem que padecer.
- Não me venha com essa sua erudição de internet, Maria Helena. Estamos off-line.
- Deixa de ser criança, Horácio. Se der dor de cabeça você toma um Tylenol, reza uma ave-maria, canta o 'Hava Naguila' que passa.
- Outro efeito colateral: rubor. Rá, rá. Vou ficar com cara de quê, Maria Helena? De camarão no espeto?
- Se for camarão com espeto, tá ótimo. Que mais, que mais?
- Enjôos. Ó céus. Enjôos...
- Você sempre foi um tipo enjoado, Horácio. Ninguém vai notar a diferença.
- Vamos ver o que mais... hum... dispepsia. Que lindo. Vou trepar arrotando na sua cara.
- Você me come por trás. Arrota na minha nuca.
- É brincadeira... É essa a sua idéia de amor, Maria Helena?
- Isso não tem nada a ver com amor, Horácio. Já disse: é profilaxia contra o câncer. E arrotar, você já arrota mesmo o dia inteiro, sem a menor cerimônia. Na mesa, na sala, em qualquer lugar.
- Como se você não arrotasse, Maria Helena.
- Mas não fico trombeteando os meus arrotos. Isso é coisa de machão broxa. Em vez de trepar com a esposa, fica arrotando alto pra se sentir o cara do pedaço.
- Como você é simplória, Maria Helena, como você é... menor. Desculpe, mas acho que o seu cérebro anda encolhendo, sabia? Ou mofando. Ou as duas coisas.
- Vai, Horácio, chega de conversa mole. E de pau idem. Pula os efeitos colaterais.
- Como, 'pula os efeitos colaterais'? É porque não é você quem vai tomar essa meleca, né? Vou ler até o fim. Os efeitos colaterais são a parte mais importante. Olha lá: gases. Que é que tá rindo aí?
- Do efeito cu-lateral. Desculpa. Esse foi de propósito. Não agüentei.
- Admiro seu humor refinado, Maria Helena. Torna você uma mulher tão mais sedutora, sabia?
- Obrigada, Horácio. Agora, quanto aos seus gases, pode relaxar o esfíncter, meu filho. Numa boa. Tô tão acostumada que até sinto falta quando estou sozinha. Sério. Fico pensando: Ah, se o Horácio estivesse aqui agora pra soltar uma bufa de feijoada com cerveja na minha cara...
- Maria Helena, qualquer dia você vai ganhar o Oscar da vulgaridade universal!
- Vou dedicar a você.
- Vamos ver que mais temos aqui em matéria de efeitos colaterais. Ah! Congestão nasal. Que gracinha. Vou ficar fanho, que nem o Donald. Qüém, qüém. Qüém.
- Um pateta com voz de pato. Perfeito.
- Ridículo. Absurdo. Idiota.
- Ridículo você já é, Horácio. E quem não é? Além do mais, é só calar a boca que você não fica fanho.
- Ah, tá. E se eu quiser falar alguma coisa na hora?
- Você não diz nada de interessante há mais de dez anos, Horácio. Vai dizer justo na hora de trepar?
- Eu não nasci para dizer coisas interessantes a você, Maria Helena.
- Já percebi.
- Hum. Ouve só: diarréia!
- Quê?
- É outro efeito colateral dessa bomba aqui. Fala sério, Maria Helena. Isto aqui é um veneno. Não sei como eles vendem sem receita.
- Deixa de ser pueril, Horácio. Magina se alguém vai ter todos os efeitos colaterais ao mesmo tempo. No máximo um ou dois.
- A caganeira e os arrotos, por exemplo? Ou a ânsia de vômito e os gases?
- Faz um cocozinho o antes. Pra esvaziar. Vai agora, Horácio. Eu espero.
- Eu não estou com vontade de fazer cocozinho nenhum, Maria Helena. Faça-me o favor. E olha aqui, mais um efeito colateral: visão turva.
- Você bota os seus óculos de leitura. E que tanto você quer ver que já
não viu?
- Maria Helena, você não entendeu? Essa droga perturba seriamente a visão. Vou ficar cego por sei lá quantas horas, quantos dias. E tudo por causa de uma reles trepadinha? E se a minha visão não voltar? Vou andar de bengala branca pro resto da vida?
- Pode deixar que eu guio a sua bengala, Horácio. Olha, pensa no lado bom da cegueira: você vai poder me imaginar 20 anos mais moça. Trinta, se quiser.
- Maria Helena, desisto! Não vou tomar essa porcaria e tá acabado.
- Dá aqui essa cartela, Horácio. Abre a boca. Pronto. Engole. Olha a água aqui.
- Isso. Que foi? Engasgou, amor?! Tosse pra lá, ô! Me borrifou toda! Que nojo! Quer que bata nas suas costas? Ai, meu Deus! Horácio? Você está bem? Respira fundo! Isso, isso... E aí, amor? Melhorou? Morrer afogado num copo d'água ia ser idiota demais, até prum cara como você.
- Arrr! E com essa pílula monstruosa entalada na garganta, ainda por cima! Ufff! Me dá mais água...
- Quanto tempo isso aí demora pra bater?
- Isso aí o quê?
- A pílula, Horácio, a píluIa.
- E eu sei lá?
- Vê na bula, Horácio.
- Hum... tá aqui: 30 minutos.
- Ótimo... Dá tempo de ver o fim da minha novela.

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A loira e os mosquitos

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A loirinha chegou em Manaus, se hospedou num hotelzinho meia boca e como tava quente pra caceta, abriu a janela.

Só que no fim da tarde, o quarto ficou infestado de mosquitos, então ela ligou para a recepção para reclamar.

- Oieeee! Tudo bem? Olha só, tipo assim, eu tô derreteeeeendo de calor e abri a janela. Mas aí entrou uma manada de mosquitos aqui e eles estão quase me carregando, bê!

- Entendo perfeitamente, senhora. Basta desligar as luzes de seu quarto e eles irão embora.

Ela fez o que ele disse e realmente estes se foram.

Depois de um tempinho, começaram a entrar vários vaga-lumes. Aí ela ligou de novo para a recepção.

E o atendente:
- Pois não?!

E ela:
- Cara, meu, tipo assim, eles voltaram com lanternas, bêêê!

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Quem tem boca...

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Nesse mundo cada vez mais meritocrata, quem tem os melhores resultados se dá muito bem. E os portadores de necessidades especiais também estão conseguindo cada vez mais espaço. Principalmente quando têm oportunidades de demonstrar o que sabem fazer de melhor.



É um talento nato!






É o que andam dizendo gesticulando por aí, mas ela nem dá ouvidos!

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A muié!

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O bom de trabalhar embarcado é que sempre aparecem piadas novas. Muitas delas só têm graça quando contadas aqui. Já fiz esse teste com algumas das pérolas que passaram por aqui e a gente morreu de rir, mas que quando foram contadas em terra, ninguém achou a menor graça.

Essa é uma delas. Vamo ver no que dá:



Tinha dois caipiras conversando e um disse:

-Muié é um bicho estranho, né cumpadi?!

-É memo... num bebe cachaça, num joga futebor...

O outro completa:

-Num joga barai...

-É, cumpadi... se num tivesse xoxota eu nem cumprimentava!








E aí?! Vai pr A Praça é Nossa ou não?!




*Foto descaradamente roubada do
Sem Sacanagem!

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Se segura!

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Tem muita gente por aí com trauma de montanha-russa, sabia? Mas tem uma terapeuta desenvolvendo um técnica bastante eficaz no tratamento desta doença que afeta a milhões de pessoas.

Na foto abaixo você pode ver a terapeuta e um dos pacientes em recuperação:

Sabe que eu percebi que também preciso dessa terapia?!
Eu tenho o contato dela e quem quiser superar o trauma de montanha-russa é só pedir.

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Tô boquiaberto!

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Sabe aquelas meninas taradas por auto-retratos que e repetem sempre a mesma pose porque elas acham que é a única que fica legal?

Agora imagina a cena: adolescente fazendo aniversário, arruma seu melhor vestido, passa um tempão no cabeleireiro, chama os amigos para a festa e na hora de tirar as fotos, faz a pose padrão. Nada de mais, se a pose padrão dela não fosse ficar sempre, eu disse SEM-PRE, com a boca aberta. É assustador. Parece que ela tem algum problema e não consegue fechar a boca!

Medo!


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Foto comédia. Os flagras da vida real!

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O bom fotógrafo está sempre na hora certa, no momento em que tem alguém no lugar errado!


bad-hiding-place

"Acho que aqui ele não me acha!"


airport-reboot

"Fala sério! Windows é bem melhor!"


kid-sex-change

Kid Sex Change ou Kids Exchange?


Get_Him

"Tranquilo, ele é mansinho!"


solitaire-robbery

"COLOCA A DAMA ALI, PORRA!"


keep-your-eye-on-the-ball

Olho no laaaance!


E para terminar com propaganda:

priceless-hockey-fans

Souvenirs $150, ingressos $250, hotel + geladas $500,

ESPOSAS EM CASA... NÃO TEM PREÇO!

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